Mingorra Tinto Cão Rosé 2023
Mingorra Tinto Cão Rosé — Rosé da Herdade da Mingorra, no Baixo Alentejo, com enologia de Pedro Hipólito, feito a partir de Tinto Cão.
A escolha da casta é o argumento. O Tinto Cão é pouco comum no Alentejo — é casta duriense, de maturação tardia e produção baixa — e foi escolhida precisamente pela fruta subtil e pela acidez fresca, que é o que falta à maioria dos rosés de região quente.
O método é de branco de gastronomia e não de rosé de Verão: ligeira maceração, prensagem suave, e depois fermentação E cinco meses de estágio em barricas novas de carvalho francês de 500 litros. Madeira nova num rosé é decisão ousada; funciona porque as barricas são de 500 litros, volume que reduz a madeira por litro de vinho, e por isso o que se prova é volume e textura, e não barrica. Engarrafa com 12,5% de álcool.
Servir entre 10 °C e 12 °C, e não mais frio — com esta textura, o aroma precisa de espaço e o vinho pede tempo no copo. O produtor indica potencial de guarda de 3 a 5 anos.
À mesa: peixe grelhado e assado, marisco, arroz de tamboril, sushi, cozinha asiática ligeiramente picante, carnes brancas e queijos frescos.
Distinções: 89 pontos na Revista de Vinhos para a colheita de 2023. A gama Tinto Cão Rosé foi ainda distinguida como Melhor Rosé de Portugal nos Prémios Grandes Escolhas.
A escolha da casta é o argumento. O Tinto Cão é pouco comum no Alentejo — é casta duriense, de maturação tardia e produção baixa — e foi escolhida precisamente pela fruta subtil e pela acidez fresca, que é o que falta à maioria dos rosés de região quente.
O método é de branco de gastronomia e não de rosé de Verão: ligeira maceração, prensagem suave, e depois fermentação E cinco meses de estágio em barricas novas de carvalho francês de 500 litros. Madeira nova num rosé é decisão ousada; funciona porque as barricas são de 500 litros, volume que reduz a madeira por litro de vinho, e por isso o que se prova é volume e textura, e não barrica. Engarrafa com 12,5% de álcool.
Servir entre 10 °C e 12 °C, e não mais frio — com esta textura, o aroma precisa de espaço e o vinho pede tempo no copo. O produtor indica potencial de guarda de 3 a 5 anos.
À mesa: peixe grelhado e assado, marisco, arroz de tamboril, sushi, cozinha asiática ligeiramente picante, carnes brancas e queijos frescos.
Distinções: 89 pontos na Revista de Vinhos para a colheita de 2023. A gama Tinto Cão Rosé foi ainda distinguida como Melhor Rosé de Portugal nos Prémios Grandes Escolhas.
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