William Saintot Prestige Premier Cru Extra Brut
William Saintot Prestige Premier Cru Extra Brut — Champanhe Premier Cru da casa William Saintot, com sede em Avenay-Val-d’Or, entre a Vallée de la Marne e a Montagne de Reims, com enologia de Morgann Trébutien.
A fermentação alcoólica faz-se maioritariamente em fût de chêne — cerca de 90% — e o restante em inox, com maloláctica parcial ou dispensada, sem colagem nem filtração. São quatro decisões de vinho de autor, e nenhuma é habitual em champanhe de grande casa.
O que o define é o método solera: cerca de 30% do lote vem de uma solera iniciada em 2010, montada sobre um vinho-base de 2020, com longo estágio sobre borras antes do dégorgement. A solera é um depósito que nunca se esvazia — retira-se parte e acrescenta-se vinho novo todos os anos — pelo que cada garrafa contém uma fracção de todas as colheitas desde 2010. Daí a profundidade savoury e a textura pouco habituais.
A dosagem é de 3 g/l, o que o coloca em Extra Brut: praticamente sem açúcar de expedição, e por isso sem nada para disfarçar. Engarrafa com 12,5% de álcool.
Servir entre 8 °C e 10 °C, em copo de vinho e nunca em flute — num champanhe com este registo vinoso, a flute desperdiça o aroma que se pagou. À mesa: charcutaria e queijos curados, marisco, peixe grelhado, aves de carne escura, cogumelos e pratos com trufa. Aguenta uma refeição completa.
Sendo um champanhe sem colheita construído em solera, a proporção de castas e o vinho-base variam de lote para lote.
A fermentação alcoólica faz-se maioritariamente em fût de chêne — cerca de 90% — e o restante em inox, com maloláctica parcial ou dispensada, sem colagem nem filtração. São quatro decisões de vinho de autor, e nenhuma é habitual em champanhe de grande casa.
O que o define é o método solera: cerca de 30% do lote vem de uma solera iniciada em 2010, montada sobre um vinho-base de 2020, com longo estágio sobre borras antes do dégorgement. A solera é um depósito que nunca se esvazia — retira-se parte e acrescenta-se vinho novo todos os anos — pelo que cada garrafa contém uma fracção de todas as colheitas desde 2010. Daí a profundidade savoury e a textura pouco habituais.
A dosagem é de 3 g/l, o que o coloca em Extra Brut: praticamente sem açúcar de expedição, e por isso sem nada para disfarçar. Engarrafa com 12,5% de álcool.
Servir entre 8 °C e 10 °C, em copo de vinho e nunca em flute — num champanhe com este registo vinoso, a flute desperdiça o aroma que se pagou. À mesa: charcutaria e queijos curados, marisco, peixe grelhado, aves de carne escura, cogumelos e pratos com trufa. Aguenta uma refeição completa.
Sendo um champanhe sem colheita construído em solera, a proporção de castas e o vinho-base variam de lote para lote.
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