Vinho dos Mortos Tinto 2024
A história do Vinho dos Mortos remonta ao início do século XIX, durante as Invasões Francesas.
Em Boticas, no coração de Trás-os-Montes, a população, temendo os saques inimigos, escondeu os seus bens mais preciosos. Entre eles estava o vinho, cuidadosamente enterrado nas adegas, sob pipas e lagares.
Meses depois, ao recuperar os tesouros escondidos, o povo descobriu um fenómeno inesperado: o vinho tinha ganho novas propriedades. Um perfil delicado, de baixo teor alcoólico, subtilmente gasificado, resultado da fermentação natural nas profundezas da terra, onde a temperatura constante e a ausência de luz o transformaram.
Assim nasceu o Vinho dos Mortos, batizado em homenagem ao curioso processo que lhe deu vida. Um vinho que transporta a memória da resiliência de um povo e a alegria das suas gentes, sobrevivendo a invasores e ressuscitando do solo que o guardou.
Hoje, este vinho é produzido em Boticas, vila serrana inserida nas Terras do Barroso, região distinguida como Património Agrícola Mundial pela FAO.
Trás-os-Montes, terra de contrastes, molda o caráter singular deste vinho: uma região de altitude elevada, verões longos e escaldantes, invernos rigorosos e solos graníticos pouco produtivos, que conferem às vinhas e ao vinho um cunho autêntico e inconfundível.
Em Boticas, no coração de Trás-os-Montes, a população, temendo os saques inimigos, escondeu os seus bens mais preciosos. Entre eles estava o vinho, cuidadosamente enterrado nas adegas, sob pipas e lagares.
Meses depois, ao recuperar os tesouros escondidos, o povo descobriu um fenómeno inesperado: o vinho tinha ganho novas propriedades. Um perfil delicado, de baixo teor alcoólico, subtilmente gasificado, resultado da fermentação natural nas profundezas da terra, onde a temperatura constante e a ausência de luz o transformaram.
Assim nasceu o Vinho dos Mortos, batizado em homenagem ao curioso processo que lhe deu vida. Um vinho que transporta a memória da resiliência de um povo e a alegria das suas gentes, sobrevivendo a invasores e ressuscitando do solo que o guardou.
Hoje, este vinho é produzido em Boticas, vila serrana inserida nas Terras do Barroso, região distinguida como Património Agrícola Mundial pela FAO.
Trás-os-Montes, terra de contrastes, molda o caráter singular deste vinho: uma região de altitude elevada, verões longos e escaldantes, invernos rigorosos e solos graníticos pouco produtivos, que conferem às vinhas e ao vinho um cunho autêntico e inconfundível.
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