Casa José Pedro Valpaços Rosé 2024
Casa José Pedro Valpaços Rosé — Rosé da sub-região de Valpaços, em Trás-os-Montes, da Quinta de Valpaços, ao longo do vale do Tua, em solos xistosos ricos em minerais.
São duas as razões geológicas e climáticas que explicam este vinho. A primeira é a amplitude térmica: Valpaços é uma das zonas de maior contraste entre o dia e a noite do país, e dias quentes com noites frias é exactamente o que um rosé precisa para guardar acidez e aroma. A segunda é o xisto, que retém humidade e estabiliza a temperatura do solo — num interior seco, isso é o que evita o stress hídrico que faria a uva parar de amadurecer.
O lote junta Touriga Nacional e Tinta Roriz, duas castas que dão fruta vermelha e estrutura sem carregar a cor. Vinificação e estágio decorrem integralmente em inox, a temperatura controlada e sem qualquer passagem por madeira, para não interferir com a fruta nem com o registo floral. Tem 14% de álcool, acima da média da categoria — o que explica o volume de boca e a capacidade de aguentar pratos com mais tempero.
Servir entre 8 °C e 10 °C, em copo de branco. Funciona como aperitivo e à mesa: saladas, entradas frias, sushi, peixe grelhado, arrozes de marisco, carnes brancas e petiscos. É o tipo de garrafa que atravessa uma refeição de Verão do princípio ao fim.
Nota regional com interesse para carta: Valpaços é historicamente conhecida pelos seus rosés ligeiramente frisantes.
São duas as razões geológicas e climáticas que explicam este vinho. A primeira é a amplitude térmica: Valpaços é uma das zonas de maior contraste entre o dia e a noite do país, e dias quentes com noites frias é exactamente o que um rosé precisa para guardar acidez e aroma. A segunda é o xisto, que retém humidade e estabiliza a temperatura do solo — num interior seco, isso é o que evita o stress hídrico que faria a uva parar de amadurecer.
O lote junta Touriga Nacional e Tinta Roriz, duas castas que dão fruta vermelha e estrutura sem carregar a cor. Vinificação e estágio decorrem integralmente em inox, a temperatura controlada e sem qualquer passagem por madeira, para não interferir com a fruta nem com o registo floral. Tem 14% de álcool, acima da média da categoria — o que explica o volume de boca e a capacidade de aguentar pratos com mais tempero.
Servir entre 8 °C e 10 °C, em copo de branco. Funciona como aperitivo e à mesa: saladas, entradas frias, sushi, peixe grelhado, arrozes de marisco, carnes brancas e petiscos. É o tipo de garrafa que atravessa uma refeição de Verão do princípio ao fim.
Nota regional com interesse para carta: Valpaços é historicamente conhecida pelos seus rosés ligeiramente frisantes.
Mais sobre este vinho








